A Língua Portuguesa ensinada nas escolas desde os primeiros ‘beabás’, passa por um vagaroso processo de extinção. Mas quem são os culpados? Seriam os próprios indivíduos desinteressados em saber falar e escrever corretamente sua língua materna? Seria a ineficiência do ensino aplicado nas escolas? Seria a falta de investimento do Governo na educação de base? Uma conspiração de nossos governantes que, através do ensino e dos meios de comunicação, têm um plano para alienar a sociedade atual e futura, entupindo-os de porcaria midiática todos os dias e não se importam em passar de ano sem saber ler e escrever?
O brasileiro é um cidadão conformado. Sabe reclamar que é uma beleza. Criticar também. Mas quando chega a hora de arregaçar as mangas e correr atrás de seus direitos, ele senta o bundão no sofá, cruza os braços e lamenta o triste destino de ser pobre, de ter que se conformar em sobreviver com as migalhas do Governo e da Elite. Sim, isso é uma realidade. Mas esperar que o Lula chegue em sua casa com uma cestinha básica e uns trocados para o leitinho das crianças é mais fácil. Não cansa. No domingo bebe uns golinhos e a vida fica colorida de novo…
Abaixo, alguns exemplos da ignorância e desinteresse do brasileiro. Não os exponho para o riso, mas para inconformar. São os autores desses erros que precisam reagir e exigir mais qualidade de vida desse Governo medíocre que acredita que matar a fome do povo já é o suficiente.
Denis de Rougemont, escritor suiço, é autor de uma frase que até hoje inspira discursos políticos: “A decadência de uma sociedade começa quando um homem pergunta a si próprio: ‘O que irá acontecer?’ , em vez de inquirir: ‘O que eu posso fazer?’”




