“When I find all of the reasons
Maybe I’ll find another way
Find another day
With all the changing seasons of my life
Maybe I’ll get it right next time
And now that you’ve been broken down
Got your head out of the clouds
You’re back down on the ground
You don’t talk so loud, and you don’t walk so proud”
Today I just feel the same as this song can describe!
“I feel drunk but I’m sober
I’m young and I’m underpaid
I’m tired but I’m working, yeah
I care but I’m restless
I’m here but I’m really gone
I’m wrong and I’m sorry baby
What it all comes down to
Is that everthing’s gonna be fine fine fine
Cause I’ve got one hand in my pocket
And the other one is giving a high five…”
Perdi o show de Damien Rice ontem em São Paulo por ser uma tonta, uma lerda, uma babaca. Planejando ir ao show desde o começo de dezembro quando fiquei sabendo que o irlandês viria ao Brasil, deixei passar a oportunidade de ver de perto a apresentação desse cantor maravilhoso que me conquistou com sua voz maravilhosa!
Bom, lendo o artigo do G1 sobre a apresentação no Citibank Hall fiquei com muita inveja de quem foi e estou inconformada comigo mesma por não ter ido… Ah, se arrependimento matasse!!! =(
* “Como um desses cantores de estação de metrô, ele se desdobra para atrair a atenção do público, conversa entre uma canção e outra, lança mão de piadas e anedotas sobre suas desilusões amorosas e fala muitos, muitos palavrões. Em uma mesma música, é capaz de ir do clima mais introspectivo à epifania roqueira, como na catártica “I remember”, em que termina agachado no palco, cantando sobre os captadores do violão.
Fácil entender como essa mistura de poeta sensível com menino-problema arranca suspiros da ala feminina dos fãs, que soltava gritinhos do começo ao final do show, mas não é só. O carisma do cantor, que parece carregar no sangue irlandês a tradição oral da trova, mobiliza a todos. Lá pelo final da apresentação, aos primeiros acordes do hit “Volcano”, Rice se divertiu com a insistência do público em cantar junto e provocou: “então venham aqui cantar comigo”. Em questão de 30 segundos, para desespero da segurança da casa de shows, o palco foi literalmente invadido por dezenas de pessoas. Nitidamente surpreso, mas sem perder o controle da situação, o músico dividiu a turma em grupos (incluindo o restante da platéia que permaneceu sentada) e organizou uma espécie de coro em três vozes.
Com o público ganho e devidamente reacomodado em seus assentos, Rice encerrou a primeira parte do show com todos os microfones e caixas de som da casa desligados tocando uma versão 100% acústica de “Cannonball”, outro hit do álbum “O”.
De volta para o bis, desatou a falar sobre a recepção calorosa que teve dos “amigos e talentosos músicos brasileiros” e chamou ao palco… Max de Castro (ufa!) para acompanhá-lo no cover de “Desafinado”, cantado em um português de gringo, mas sem fazer feio. Para alívio final, “The blower’s daughter” veio em seguida, imaculada, exatamente do jeito que ganhou fama na trilha sonora romântica do filme “Closer”, e não em sua famigerada versão abrasileirada.
Mas, como se não conseguisse mais ficar só, chamou novamente um casal ao palco para a última música do repertório. Já com o violão de escanteio, abriu as duas garrafas de vinho, compartilhou as taças com os dois fãs, apertou o play em seu iPod e brindou o público com uma interpretação etílica de “Cheers darlin’” (saúde, querida). Músico, ator, comediante, conselheiro amoroso, companheiro de copo, fechou a noite afastando quaisquer dúvidas que ainda poderiam pairar sobre si: Damien Rice está longe de ser só “isso aí”.”
So I won’t hesitate no more, no more
It cannot wait I’m sure
There’s no need to complicate
Our time is short
This is our fate, I’m yours
[...]
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you’re free
Look into your heart and you’ll find that the sky is yours
Please don’t, please don’t, please don’t
There’s no need to complicate
Cause our time is short
This oh this this is out fate, I’m yours!
[...] How am I supposed to tell you how I feel
I need oxygen
Oh baby if I was your lady
I would make you happy
I’m never gonna leave, never gonna leave…
Ando tão à flor da pele
Que qualquer beijo de novela me faz chorar
Que teu olhar flor na janela me faz morrer
Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele…
Um barco sem porto, sem rumo, sem vela, cavalo sem sela
Um bicho solto, um cão sem dono, um menino, um bandido
Às vezes me preservo noutras suicido!
“(…) I know that in the dark there’s a fear of letting go
I know that in my heart that I fear what I don’t know
and this feels like I’m letting go,
I’m letting go…”
“I was a little girl alone in my little world
who dreamed of a little home for me.
I played pretend between the trees,
and fed my houseguests bark and leaves,
and laughed in my pretty bed of green.
I had a dream
That I could fly from the highest swing.
I had a dream… (…)”
“I wanna rock-n-roll
I wanna give my soul
I’m wanting to believe
I’m not too old
Don’t want to make it up
Don’t want to let you down
I want to fly away
But i’m stuck on the ground” (…)
“(…) Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Por trás do seu sossego, atraso o meu relógio
Acalmo a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurre em meu ouvido
Só o que me interessa (…).”
Para o “marmotinha” MAIS que especial na minha vida…
No fim tu hás de ver que
as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento…